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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Santo Amaro: Prefeito é acusado de contratar empresa de secretário para festejos

Fotos: Reprodução
O vereador da cidade de Santo Amaro, Justino de Oliveira (PSD), procurou a reportagem do Bocão News para denunciar supostas irregularidades que estão sendo cometidas pelo prefeito Ricardo Machado.

De acordo com o vereador, a prefeitura liberou o valor de R$ 629 mil para obras de contenção de pedras, uma na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro de São Bento, e outra em uma creche, no Derba. No entanto, as obras de contenção, cuja responsabilidade é da Grautech Construtora Ltda., ainda não foram feitas, segundo o vereador. Além disso, a construção da creche e da Upa estão paralisadas, e os trabalhadores alegam que os salários estão atrasados. O vereador garante que para essas obras houve contratos de mais de R$ 1 milhão.
“Nós estivemos no local e constatamos tudo isso. As obras estão paradas, e têm obras que foram pagas e não foram feitas. Esse é o reflexo da gestão do prefeito, que tem uma administração recheada de irregularidades. Eu não estou inventando nada, estive no local e constatei. O TCM está aí para provar todas as irregularidades que acontecem na cidade”, disse.
“Já deve ter tirado cerca de uns três a quatro milhões do município. Isso é completamente proibido pela legislação. É gravíssimo. A prefeitura não poderia contratar essa empresa sem licitação”, disse.

Em conversa com o Bocão News, o prefeito afirmou que não iria responder as acusações feitas por Justino. “Minha resposta para ele é o trabalho. Ele é um descarado, um decrepito e mau caráter. Um vereador decadente, de seis mandatos que mama nos recursos da prefeitura. Fica no balcão do INSS, aposentando as pessoas, e só por isso se elege. O que vem de Justino você entenda o contrário. Respeito o trabalho da imprensa, mas não vou comentar o assunto”.

O prefeito teve as contas de 2011, 2012 e 2013 rejeitadas pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). As supostas denúncias foram protocoladas no Ministério Público da Bahia (MP), Ministério Público Federal (MPF) e TCM.
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