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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

MURITIBA – APLB detecta documento falso enviado pela prefeitura


Foto: Diário da Notícia | Assembleia da APLB-Muritiba
Os professores da rede municipal de ensino da cidade de Muritiba, no recôncavo baiano, se reuniram em um espaço de eventos para fazerem um balanço sobre a paralisação de 72 horas que se encerrou nesta quinta (09).

Em esclarecimento aos professores, a direção da APLB informou que o prefeito não os procurou em nenhum momento durante a paralisação e que durante os 20 meses de negociação, o prefeito e a secretária de educação foram procurados muitas vezes, mas, os professores não foram correspondidos; além da falta de documentos que comprove a impossibilidade da prefeitura de pagar o piso nacional aos professores com retroativo. 

Outros pontos levantados foram referentes à falta do diário de frequência, que desde o início do ano não chegou aos professores, assim como também a falta do fardamento dos alunos, que até o momento não chegou e isto traz um problema muito sério, tanto para a segurança do corpo escolar, quanto à discrepância que se implanta diante das vestimentas diferenciadas dos alunos e isso leva a uma desigualdade, pois fica exposta a classe social do discente, constrangendo os menos favorecidos. 

Em entrevista ao Diário da Notícia, o diretor da APLB, Paulo Sérgio Leal, questionado sobre o Conselho Municipal de Educação (CME), disse que tinham dois representantes que estavam empossados, que deveriam estar prestando contas, cumprindo com os seus papéis, mas, não estão executando. Segundo Paulo, o Conselho não foi eleito pela classe, porque a lei reza que os representantes devem ser escolhidos pelos professores e isso foi comprovado hoje em uma ata enviada para a APLB. Durante a leitura desta ata em plenária, ficou comprovada que a mesma é falsa, pois, uma professora citada se levantou e contestou que a assinatura presente na ata não é dela, segundo a mesma nunca fez parte de nenhum conselho e muito menos participou da assembleia do CME. A única participação dela foi em 2009, em outra direção da APLB e foi para a implantação do núcleo em Muritiba. Paulo ainda disse que, “no documento enviado dá para perceber que foi suprimido, existem partes que estão ilegíveis.” Eles vão levar o caso à justiça, porque além de ser um crime de falsidade ideológica, a professora citada em ata ficou muito nervosa, muito preocupada e a categoria quer uma resposta para saber por que coisas deste tipo estão acontecendo.

Ao finalizar, Paulo disse que no próximo dia 03/11 a categoria vai fazer uma nova assembleia e se até lá o prefeito não fizer nenhuma proposta, os professores vão entrar em greve por tempo indeterminado.

Diário da Notícia

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