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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Digitais de suposto assassino de Marielle Franco são encontradas pela polícia.

Foto: Reprodução | Arquivo pessoal
A polícia encontrou digitais nas cápsulas das munições 9mm coletadas na cena do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes. A informação foi divulgada pelo Jornal O Globo, nesta terça-feira (10).

Segundo um dos investigadores que atuam no inquérito foram encontrados fragmentos de digitais, que podem ser usadas, apesar de serem microscópicas. Os fragmentos não são suficiente para rastrear com o banco de dados das polícias, mas podem ser confrontadas com digitais de um possível suspeito, de acordo com o jornal.

As cápsulas foram encontradas nas esquinas das ruas João Paulo 1º e Joaquim Palhares na noite do crime. Nesta sexta-feira (13), completa um mês dos assassinatos e até o momento, o nome de nenhum suspeito foi divulgado pela polícia.

Execução

No último domingo (8), o colaborador de um vereador que foi ouvido no caso das mortes da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Carlos Alexandre Pereira Maria, 37 anos, foi morto a tiros na Zona Oeste do Rio.

Ele trabalhava com o vereador Marcello Siciliano (PHS). Uma das linhas de investigações é que Alexandre tinha envolvimento com milícias. A polícia apura que as mortes da vereadora e do motorista tenham envolvimento de milicianos. Algumas testemunhas ouviram o momento em que Alexandre foi assassinado.

"Chega para lá que a gente tem que calar a boca dele", teria dito um dos assassinos. Depois, o atirador abriu fogo.

A assessoria do vereador Marcello Siciliano confirmou que Alexandre trabalhava junto aos moradores da Zona Oeste, onde também era líder comunitário. O trabalho consistia em identificar as necessidades dos moradores e repassar ao parlamentar. Ele usava um colete com o nome do vereador durante a atividade.

O vereador Marcello Siciliano foi ouvido pela polícia na última sexta-feira (6). Havia uma investigação sobre a atuação dele junto a milícias em Jacarepaguá, nas eleições de 2014. Alguns vereadores tiveram o sigilo telefônico quebrado após o número de celular usado pelo motorista do carro onde estavam os assassinos de Marielle ter sido identificado. A informação foi revelada por uma reportagem do The Intercept.
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