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terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Brasileiro criado na Itália suspeito de ter integrado máfia siciliana é preso em operação na BA contra tráfico internacional

 Foto: Divulgação
Um brasileiro criado na Itália e suspeito de ser um ex-integrante da Cosa Nostra, a máfia siciliana, foi preso na manhã desta terça-feira (4) durante uma operação deflagrada pela Polícia Federal. O objetivo da operaçãoa é desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas, com atuação principalmente na região metropolitana de Salvador.

O suspeito, que não teve identidade divulgada, conforme a PF, foi parceiro de Tommaso Buscetta, um dos integrantes mais conhecidos da Cosa Nostra que morreu em 2000, aos 71 anos, de leucemia e câncer ósseo. Na ação, batizada de Operação Sicília, cerca de 60 policiais federais cumprem 17 mandados de prisão temporária, por 30 dias, e nove mandados de busca e apreensão, nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Itaparica e Jequié.

Os mandados foram expedidos pela Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa da Comarca de Salvador. O brasileiro preso, conforme a PF, era o responsável por receber e testar as amostras dos entorpecentes que seriam enviados para a Europa, para certificar o grau de pureza e, se aprovados, autorizar a remessa. Os principais fornecedores, de acordo com o órgão, eram integrantes de uma facção criminosa paulista. Conforme apurado, ele construiu um patrimônio superior a R$ 5 milhões, que, conforme está sendo investigado, seria decorrente das atividades ilícitas, especialmente o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro.

Investigação A investigação, segundo a PF, teve início em 2016 e identificou uma organização criminosa integrada por traficantes, sobretudo de origem estrangeira, que atuavam em Salvador com o intuito de enviar drogas com um alto grau de pureza para o exterior. Quase todos os investigados, ainda de acordo com a PF, já possuem antecedentes criminais por tráfico de drogas e muitos deles continuaram atuando ilicitamente, mesmo estando presos ou cumprindo medidas judiciais alternativas. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. Um brasileiro criado na Itália e suspeito de ser um ex-integrante da Cosa Nostra, a máfia siciliana, foi preso na manhã desta terça-feira (4) durante uma operação deflagrada pela Polícia Federal. O objetivo da operaçãoa é desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de drogas, com atuação principalmente na região metropolitana de Salvador.

O suspeito, que não teve identidade divulgada, conforme a PF, foi parceiro de Tommaso Buscetta, um dos integrantes mais conhecidos da Cosa Nostra que morreu em 2000, aos 71 anos, de leucemia e câncer ósseo. Na ação, batizada de Operação Sicília, cerca de 60 policiais federais cumprem 17 mandados de prisão temporária, por 30 dias, e nove mandados de busca e apreensão, nas cidades de Salvador, Lauro de Freitas, Itaparica e Jequié. Os mandados foram expedidos pela Vara dos Feitos Relativos a Delitos Praticados por Organização Criminosa da Comarca de Salvador. O brasileiro preso, conforme a PF, era o responsável por receber e testar as amostras dos entorpecentes que seriam enviados para a Europa, para certificar o grau de pureza e, se aprovados, autorizar a remessa.

Os principais fornecedores, de acordo com o órgão, eram integrantes de uma facção criminosa paulista. Conforme apurado, ele construiu um patrimônio superior a R$ 5 milhões, que, conforme está sendo investigado, seria decorrente das atividades ilícitas, especialmente o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro. Investigação A investigação, segundo a PF, teve início em 2016 e identificou uma organização criminosa integrada por traficantes, sobretudo de origem estrangeira, que atuavam em Salvador com o intuito de enviar drogas com um alto grau de pureza para o exterior. Quase todos os investigados, ainda de acordo com a PF, já possuem antecedentes criminais por tráfico de drogas e muitos deles continuaram atuando ilicitamente, mesmo estando presos ou cumprindo medidas judiciais alternativas. Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.


Fonte: G1
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