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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

PR volta a se chamar PL e reconduz Araújo à presidência

Foto: Reprodução
O Partido da República baiano se reúne hoje, em sua sede, para a convenção que deve escolher os novos dirigentes da Executiva Estadual. A legenda deverá manter o ex-deputado José Carlos Araújo como seu presidente. Indicado pela executiva nacional, Araújo deverá contar com o apoio dos deputados federais e do deputado estadual, Vitor Bonfim, para permanecer mais um ano à frente da sigla.

"Agora com a reforma política, os partidos não podem ter mais comissões provisórias, e sim diretórios. Vamos, então, eleger o diretório estadual do PL e a executiva do diretório. Então, agora, tem mandato. Na comissão provisória não, poderia mudar quando quisesse.

Os mandatos, agora, não podem ser alterados", explica o deputado federal José Rocha (PR). No último final de semana, o PR realizou, em Brasília, a convenção que escolheu os novos dirigentes da executiva nacional e os 18 novos dirigentes das executivas estaduais.

Na ocasião, os republicanos decidiram também retornar às origens voltando a se chamar PL (Partido Liberal). A decisão já está em vigor e depende apenas de resolução do TSE para ser referendada. "Tivemos a convenção nacional na semana passada e foi também eleita a executiva nacional e também deliberada a mudança de nome. Agora, só vai poder mudar isso oficialmente depois que o TSE liberar", explica.

Indagado se a mudança de nome seria para levar o partido mais para a direita e aproveitar a onda de popularidade do presidente Jair Bolsonaro (PSL), Rocha nega e diz que a sigla continua sendo de centro. "O partido já foi liberal no passado. Mudou para Partido da República quando fundiu com o PRONA, de Enéas.

A mudança foi feita para não desmerecer os dois partidos. Agora, estamos retornando ao nome antigo. E o PL também dá um status de liberal". Questionado sobre a relação da sigla com o Palácio do Planalto, Rocha afirma: "A orientação é para o partido votar todos os projetos que o presidente enviar para a Câmara que sejam de interesse do país. Estaremos alinhados nisso. Aquilo que for do presidente, mas que entendermos que não seja bom para o país, nós não vamos acompanhar."

Fonte: Tribuna da Bahia 
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