Diário da Notícia | Recôncavo Baiano - Rubem Júnior
Foto: Reprodução
Há dez meses, a família de Thayne Vitória, de 11 anos, moradora do bairro Mangabeira em Feira de Santana, tenta conseguir na justiça que o Estado forneça o canabidiol para o seu tratamento. A criança é portadora de epilepsia, apresenta quadro de repetidas crises convulsivas e apenas esse medicamento tem eficácia em seu caso. 

 A mãe de Thayne, a cabeleireira Talita da Conceição Ribeiro, contou a reportagem do Acorda Cidade que com 11 meses de vida a filha deu a primeira convulsão. De lá pra cá, o problema foi se agravando e a menina que levou uma vida normal aproximadamente até os cinco anos, hoje não anda, não fala e depende da ventilação mecânica para respirar.

“Minha filha deu a primeira crise convulsiva tinha 11 meses. A gente fazia exames, mas davam normais. Com cinco anos o eletroencefalograma dela deu uma alteração e foi diagnosticada a epilepsia. Depois desse diagnóstico, uns 30 dias depois ela teve a primeira internação em mal convulsivo, foi internada com seis anos no Hospital Estadual da Criança (HEC) e o mau convulsivo é quando dá crises são uma atrás da outra e ela não consegue controlar. Dessa primeira internação, ela passou 53 dias, voltou para casa, conseguiu voltar a vida normal. Depois apareceu alteração na marcha ao andar, mas conseguiu voltar ao normal. No entanto, ela, não conseguia controlar as crises e aí com nove anos, teve outro mal convulsivo, uma crise de ansiedade, que disparou as crises”, disse.

Fonte: Acorda Cidade

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