Imagem: Reprodução 
O inverno teve início na última segunda-feira, 21, com a chegada da estação mais fria e chuvosa do ano, outra preocupação de saúde pública aumenta em diversas regiões: a proliferação do mosquito Aedes aegypti e das doenças associadas a ele, como a dengue, zika e chikungunya, além de outras arboviroses urbanas. 

Com o centro das atenções voltado para a pandemia do coronavírus, a população precisa também se prevenir do mosquito e atentar para a diferenciação das patologias, já que sintomas como febre, dor ao redor dos olhos, dor muscular, articular e de cabeça, enjoo e vômito são comuns na maioria. 

O infectologista Claudilson Bastos, do serviço de imunização do Sabin em Salvador, alerta que é sempre importante buscar uma avaliação médica, para um diagnóstico preciso, considerando a questão epidemiológica além dos sinais e sintomas. 

“Por exemplo, se o paciente trabalha em borracharia, se os pneus acumularam água durante a chuva e por quanto tempo ficou exposto ao ambiente. Sabemos que ali pode ter larvas do mosquito Aedes aegypti. Também se a pessoa trabalha com jardinagem e, então, pode ter acúmulo de água nos vasos”, relata o especialista.


Fonte: A Tarde

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