Acostumada a viajar pelo Brasil de ponta a ponta ao longo de sua trajetória, a atriz afirmou que há muito tempo não presenciava uma manifestação cultural e religiosa tão marcante.
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| Foto: Arquivo Pessoal | Redes Sociais |
Encantada com a experiência, Regina compartilhou que viveu “um dia que vai demorar muito tempo para sair da cabeça, dos olhos e do coração”. Acostumada a viajar pelo Brasil de ponta a ponta ao longo de sua trajetória, a atriz afirmou que há muito tempo não presenciava uma manifestação cultural e religiosa tão marcante.
A visita começou no terreiro Ilê Axé Icimimó, localizado em uma área mais elevada da cidade. O grupo subiu uma longa ladeira de chão batido até o local, onde foi recebido com carinho pelo pai de santo Pai Duda de Candola. Segundo Regina, a receptividade e a energia do espaço já anunciavam a força do que estava por vir.
De uma porteira simples, saíram dezenas de balaios com presentes destinados a Yemanjá. Em uma grande fila, os participantes desceram a colina, atravessaram as ruas de Cachoeira e seguiram até o cais. De lá, embarcaram em saveiros tradicionais que singraram as águas do Rio Paraguaçu em direção à Pedra da Baleia, ponto simbólico da celebração.
A cena, marcada pela fé, pela música e pela tradição, emocionou a atriz. Durante mais de quatro horas, os cânticos ecoaram como um mantra: “Yemanjá sereia, eu vou para a Pedra da Baleia”. As oferendas foram depositadas em círculo ao redor do farolete da Pedra da Baleia, em um ritual carregado de simbolismo e devoção.
“Nem sei quantas vezes me vi com lágrimas nos olhos”, relatou Regina, destacando a força da cultura afro-brasileira presente na festa. Para ela, a celebração em Cachoeira é uma experiência única, que une espiritualidade, tradição e a beleza natural do Recôncavo Baiano.
Ao final, a atriz fez um convite: quem puder, que visite Cachoeira na próxima edição da festa. “Tenho certeza de que você nunca mais vai esquecer. Nem eu”, afirmou.
A Festa de Yemanjá em Cachoeira reafirma a importância das manifestações religiosas de matriz africana na preservação da identidade cultural do Recôncavo e segue encantando moradores, visitantes e personalidades que têm a oportunidade de vivenciar o ritual às margens do Paraguaçu. Informações do Diário da Notícia.
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