O acidente aconteceu na noite de 2 de março de 1996, quando o avião que transportava a banda colidiu com a Serra da Cantareira, na Região Metropolitana de São Paulo
![]() |
| Foto: Divulgação |
O acidente aconteceu na noite de 2 de março de 1996, quando o avião que transportava a banda colidiu com a Serra da Cantareira, na Região Metropolitana de São Paulo. A tragédia chocou o país e marcou profundamente uma geração que acompanhava o sucesso explosivo do grupo, então no auge da fama.
Formado por Dinho (vocal), Bento Hinoto (guitarra), Júlio Rasec (teclados), Samuel Reoli (baixo) e Sérgio Reoli (bateria), o grupo conquistou o Brasil com seu estilo irreverente, letras bem-humoradas e uma mistura inusitada de rock, forró, pagode e heavy metal. Em menos de um ano de sucesso nacional, venderam milhões de cópias e se tornaram fenômeno de público e mídia.
A decisão das famílias de cremar os músicos e plantar árvores como forma de homenagem simboliza um gesto de memória e renovação. A iniciativa pretende criar um espaço de lembrança permanente na cidade que viu nascer o fenômeno musical que, mesmo após três décadas, segue vivo na memória afetiva dos fãs.
Trinta anos depois, o legado dos Mamonas Assassinas permanece presente na cultura pop brasileira, seja nas músicas que continuam a embalar novas gerações, seja nas homenagens e produções que recontam a breve, porém intensa, história da banda que marcou os anos 1990.
Siga-nos no Google News, Facebook e Instagram. Participe dos nossos grupos no WhatsApp ou do nosso canal
.jpeg)