Apesar dos esforços, um dos principais obstáculos enfrentados pelos agentes de endemias tem sido a resistência de moradores em permitir a entrada das equipes nas residências.
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| Foto: Reprodução |
De acordo com a coordenadora, entre os meses de janeiro e março deste ano, apenas cinco casos de dengue haviam sido confirmados no município. No entanto, a situação mudou rapidamente a partir de abril, quando os números dispararam. Atualmente, Muritiba contabiliza 64 casos confirmados de dengue e 12 casos de chikungunya.
Segundo Thaialane Rodrigues, a Vigilância Epidemiológica tem intensificado as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor das doenças. As equipes vêm realizando fiscalizações em oficinas, terrenos baldios, escolas, órgãos públicos, empresas e residências, além de visitas domiciliares para orientação da população e identificação de possíveis focos do mosquito.
Apesar dos esforços, um dos principais obstáculos enfrentados pelos agentes de endemias tem sido a resistência de moradores em permitir a entrada das equipes nas residências. A coordenadora relatou que muitos imóveis permanecem fechados ou com acesso negado, dificultando a identificação e eliminação de criadouros do mosquito.
Ainda segundo a responsável pela Vigilância Epidemiológica, em algumas situações o município precisou recorrer ao Ministério Público para obter autorização de entrada em empresas, oficinas e imóveis onde havia resistência dos proprietários ou impossibilidade de acesso.
Thaialane reforçou que o combate à dengue depende da participação de toda a população e destacou a importância de ações simples dentro de casa, como eliminar recipientes que acumulam água, manter caixas d’água fechadas, limpar quintais e permitir o trabalho dos agentes de saúde.
A Secretaria de Saúde segue monitorando os casos e alerta para que a população procure atendimento médico ao apresentar sintomas como febre alta, dores no corpo, manchas na pele, dor atrás dos olhos e cansaço intenso. Informações de Fabão Radialista.
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