Segundo relatos de pacientes, muitos permaneceram por horas aguardando atendimento e, em alguns casos, retornaram para casa sem serem atendidos
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| Foto: Reprodução | Redes Sociais |
Segundo relatos de pacientes, muitos permaneceram por horas aguardando atendimento e, em alguns casos, retornaram para casa sem serem atendidos. Outros chegaram a passar a noite inteira na unidade, ainda sem avaliação médica.
Por volta de 2h da madrugada, uma profissional de enfermagem teria informado aos presentes uma mudança no fluxo de atendimento. De acordo com as orientações repassadas, a unidade passaria a atender apenas casos pediátricos, pacientes ortopédicos com traumas ocorridos há no máximo 72 horas e situações de emergência grave com risco de morte.
As informações foram compartilhadas pela jornalista Lana Matos, que também estava entre os pacientes que aguardavam atendimento e acabou não sendo assistida (veja o relato dela em vídeo abaixo).
Ainda conforme os relatos, somente no período da manhã uma nova profissional teria passado a orientar corretamente os pacientes sobre a restrição temporária no atendimento, recomendando que buscassem outras unidades de pronto atendimento da rede.
Até o momento, não há confirmação oficial detalhada sobre os motivos da restrição relatada nem posicionamento público da gestão da unidade sobre o episódio específico.
Assista o relato da jornalista Lana Matos:
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