Levantamento mostra o senador do PL empatado tecnicamente com o atual presidente; margem de erro é de dois pontos percentuais.
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| Fotos: Divulgação |
O estudo foi realizado após o primeiro turno das eleições, disputado em 4 de outubro, e apresenta um dos primeiros retratos nacionais da corrida eleitoral entre os dois candidatos para a votação decisiva, marcada para 25 de outubro.
De acordo com os números divulgados, 9% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco ou anular o voto, enquanto 1% se declarou indeciso.
Pesquisa espontânea também mostra disputa equilibrada
Na modalidade espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Flávio Bolsonaro registra 43% das citações, contra 42% de Lula.
Nesse cenário, 8% dos participantes disseram que pretendem votar em branco ou nulo ou não comparecer às urnas. Outros 7% ainda não decidiram em quem votar.
Os resultados indicam uma disputa apertada nesta fase inicial da campanha do segundo turno, sem uma vantagem estatisticamente consolidada de um dos candidatos.
Resultado do primeiro turno
No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula alcançou 45,16%. A diferença entre os dois candidatos foi de aproximadamente 2,2 milhões de votos.
Com a definição do confronto direto, as campanhas passam a concentrar esforços na conquista dos eleitores que votaram em outros candidatos, além daqueles que ainda não definiram sua escolha.
Metodologia da pesquisa
A pesquisa Genial/Quaest ouviu presencialmente 2.154 eleitores com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13 de outubro de 2026.
O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pelo Grupo Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08729/2026.
Como a diferença entre os candidatos é de dois pontos percentuais, os resultados indicam empate técnico. A pesquisa representa o cenário das intenções de voto no período das entrevistas e não determina o resultado final da eleição.
Os dados foram divulgados pela revista VEJA e confirmados por outros veículos de imprensa.
