Artista, morador do povoado do Alecrim, teve obras reconhecidas em diferentes regiões do Brasil e também no exterior; ele morreu após um grave acidente de moto.
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| Foto: arquivo de João Carvalho |
Conhecido artisticamente como Júnior Bahia, ele construiu uma trajetória marcada pelo talento e pela habilidade de transformar madeira em verdadeiras obras de arte. Seu trabalho ultrapassou os limites do município de Cachoeira, com peças espalhadas por diferentes cidades da Bahia, outros estados brasileiros e também no exterior.
Na cidade histórica de Cachoeira, sua marca artística está presente em dezenas de placas de estabelecimentos comerciais, nas quais deixou registrados seus traços e sua identidade como escultor e artesão.
Além da escultura em madeira, Júnior Bahia também atuava como marceneiro, produzindo móveis rústicos e realizando trabalhos de restauração de portas e peças antigas de madeira. Seu conhecimento e dedicação à arte contribuíram para preservar e valorizar o trabalho artesanal na região.
A morte do artista representa uma perda para a cultura popular e para a tradição da escultura em madeira no Recôncavo Baiano. Seu legado permanece nas obras que produziu e nos espaços onde sua arte continua presente.
Informações: jornalista Alzira Costa.
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