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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Maragogipe: Deputados baianos pedem a volta de obras do Estaleiro

Foto: Divulgação
Com o objetivo de retomar as obras do Estaleiro do Paraguaçu, no município de Maragogipe, no Recôncavo Baiano, os 63 deputados estaduais da Bahia assinaram e enviaram a presidência, um documento intitulado Carta à Bahia.

As obras do Estaleiro do Paraguaçu tiveram que ser paralisadas por causa da demissão de 2.300 operários, em decorrência da crise econômica. Hoje, toda a atividade do local está nas mãos de 150 funcionários. 

“Nós enquanto representantes do povo não podemos cruzar os braços para situações como esta. Portanto, a carta surgiu como compromisso da Assembleia Legislativa da Bahia, Casa criada com o princípio maior de defender o cidadão baiano, para dar continuidade a esta luta”, pontuou , Hildécio Meireles, autor da iniciativa suprapartidária e presidente da Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa.

Meireles acredita que seja possível a retomada dos trabalhos do Estaleiro. Para isso, é preciso que o Governo Federal, especialmente através do Ministério de Minas e Energia (MME), da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, lidere o processo. 

“Acreditamos que com a ação do Governo Federal, os impasses serão superados e a retomada das atividades trará a região novamente o cenário de progresso econômico experimentado pelos baianos quando do início das atividades do Estaleiro”.

De acordo com o diretor de Relações Institucionais da Enseada, Humberto Rangel, a performance do estaleiro ao longo do processo de implantação, sempre foi de sucesso. 

“Fomos obrigados a paralisar as obras do estaleiro com um avanço significativo de 82% de conclusão e R$ 2,6 bilhões já investidos, de um total de R$ 3,2 bilhões. No pico das obras, em 2014, a empresa gerou 7.200 empregos diretos, sendo mais de 80% para as comunidades do entorno”, revelou Rangel, assegurando que: “se a pleno vapor estivesse, o estaleiro teria hoje, somente aqui na Bahia, cerca de 6.000 integrantes. Atualmente a empresa registra menos de 300, que cuidam apenas de atividades administrativas e preservação de equipamentos,” disse.

Fonte: Bocão News
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