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sexta-feira, 29 de maio de 2020

É Fake: Bill Gates financia vacina não líquida contra a Covid-19 que instala chip nas pessoas

Foto: Reprodução
Uma mensagem que viralizou nas redes sociais diz que o bilionário e filantropo norte-americano Bill Gates está finalizando uma “vacina não líquida” que protege a pessoa do coronavírus.

Trata-se de um microchip colado à pele, para obter informações pessoais de cada um. É #FAKE. Procurada pela CBN, a Fundação Bill & Mellinda Gates, que o fundador da Microsoft criou em 2000 com a mulher, diz que a afirmação não é verdadeira. A entidade está ajudando no financiamento de uma vacina para a Covid-19, mas ela é líquida e não inclui um chip.

A mensagem falsa diz que “Bill Gates realmente é um gênio do mal” e que a vacina desenvolvida com financiamento pela fundação dele tem o formato de um selo, a ser colado sobre a pele. De acordo com o texto, cada selo terá um código individual e, a partir dessa implantação, a pessoa terá que digitá-lo para poder acessar suas redes sociais. “Aí é que entra o 5G. A nova tecnologia, e suas milhares de antenas espalhadas em todo mundo será responsável por lhe monitorar 24h por dia.” 

Nada disso é real. A potencial vacina apoiada por Gates, da Inovio Pharmaceuticals, laboratório localizado no estado norte-americano da Pensilvânia, é injetável, como as imunizações tradicionais. A empresa recebeu em abril autorização para começar a testá-la em humanos – 40 voluntários saudáveis nos Estados Unidos.

O processo é lento, e a expectativa é que seja necessário até um ano para que uma substância possa ser distribuída com segurança e em larga escala. A ideia de que a vacina funcionará como um chip mistura informações de outra pesquisa apoiada pela fundação de Gates. Esta, tocada por um grupo de bioengenheiros no MIT (Instituto de Tecnologia Massachusetts), e que foi anunciada ano passado, antes mesmo de os primeiros casos de coronavírus virem à tona na China. Trata-se de uma espécie de tatuagem invisível com pontos quânticos capazes de armazenar na pele da pessoa seu histórico de vacinação.

Fonte: Voz da Bahia
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