O sacerdote afirmou ter sido tratado apenas como mera testemunha, apesar de ser o administrador da paróquia e responsável pela edificação religiosa.
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| Foto: Reprodução | Olha a Pititinga |
Segundo o sacerdote, ele precisou interromper um período de descanso em sua cidade de origem, no sul da Bahia, para retornar antecipadamente a Cachoeira e participar do ato. No entanto, ao chegar no evento, afirmou ter sido tratado apenas como mera testemunha, apesar de ser o administrador da paróquia e responsável pela edificação religiosa.
Durante o pronunciamento feito aos fiéis, Padre Tota classificou o evento como um ato de caráter político, ressaltando que houve falta de respeito às instituições religiosas, à Igreja e aos responsáveis diretos pela reforma. O encontro contou com a presença da ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes, além de outras autoridades, entre elas a prefeita de Cachoeira, Eliana Gonzaga.
O sacerdote destacou ainda a importância de um diálogo mais aprofundado, transparente e respeitoso entre as instituições envolvidas, especialmente por se tratar da recuperação de uma edificação religiosa de grande relevância histórica, cultural e simbólica para a comunidade cachoeirana.
O desabafo foi feito no encerramento da celebração religiosa e repercutiu entre os fiéis presentes na missa.
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