De acordo com o documento, a medida leva em consideração fatores como o acesso a serviços de saúde, deslocamento de estudantes — muitos com aulas noturnas — e o fluxo econômico entre cidades como Muritiba, Maragogipe, Governador Mangabeira e Cruz das Almas
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| Foto: Adriano Rivera/Diário da Notícia |
De acordo com informações do Diário da Notícia, a situação ganhou novo capítulo após a publicação de um decreto oficial da Prefeitura de São Félix, que estabelece um novo horário de fechamento da ponte: das 23h às 5h, de segunda a sexta-feira, para a realização de serviços por parte da concessionária. A decisão, embora vise garantir a continuidade das obras, escancara o impacto direto na rotina de milhares de moradores que dependem da ligação entre os dois municípios. A prefeitura de Cachoeira, por sua vez, publicou também um decreto estabelecendo o mesmo horário de fechamento e abertura da Ponte (saiba mais).
De acordo com o documento, a medida leva em consideração fatores como o acesso a serviços de saúde, deslocamento de estudantes — muitos com aulas noturnas — e o fluxo econômico entre cidades como Muritiba, Maragogipe, Governador Mangabeira e Cruz das Almas. Ainda assim, a população segue enfrentando dificuldades, principalmente em casos de emergência e mobilidade noturna.
Nos bastidores, gestores municipais articulam ações conjuntas para cobrar mais responsabilidade da empresa administradora, exigindo maior transparência no cronograma das obras, alternativas de tráfego e redução dos impactos sociais e econômicos. A possibilidade de judicialização e acionamento de órgãos fiscalizadores também não está descartada.
A Ponte Dom Pedro II é considerada um dos principais eixos de ligação do Recôncavo Baiano, sendo vital para o transporte de pessoas, mercadorias e acesso a serviços essenciais. Diante disso, o endurecimento do discurso das prefeituras reflete a crescente insatisfação regional com a condução das intervenções.
Enquanto as obras seguem, a população aguarda soluções que conciliem a manutenção da estrutura com o direito de ir e vir, sem prejuízos à rotina e à economia local.
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