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quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Equipe econômica estuda auxílio emergencial de R$ 200 por três meses, diz jornal

Foto: Reprodução
Acuado pela pressão de congressistas e governadores, o Ministério da Economia estuda algumas alternativas caso seja “obrigado” – a contragosto – a restabelecer o auxílio emergencial. Uma delas, segundo fontes citadas pelo jornal “Valor Econômico”, seria um benefício no valor de R$ 200, abaixo das versões de R$ 600 e depois R$ 300 pagas em 2020. 

Ele seria limitado a três meses e direcionado a um número menor de beneficiários. Mais de 65 milhões de brasileiros receberam ao menos uma parcela do auxílio no ano passado. Segundo a mesma reportagem, tal pagamento poderá ser feito via crédito extraordinário – isto é, financiado por endividamento público e não sujeito ao teto de gastos. 

E será condicionado à aprovação, pelo Congresso, de um congelamento generalizado de despesas públicas federais e estaduais, no âmbito de uma PEC Emergencial que incluiria também a proibição de reajustes a servidores públicos. Porém, essa solução não parece ser consenso nem mesmo no Ministério da Economia. Conforme registrou a Gazeta do Povo, existe na pasta o entendimento de que, se for mesmo necessário, o pagamento de auxílio emergencial seja feito dentro do teto de gastos. 

Dessa forma, exigiria o corte de outras despesas públicas ou a revisão de gastos sociais tidos como ineficientes – discussão que foi interditada pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020. A equipe econômica é, por princípio, contrária a retomada do auxílio emergencial.

Um integrante da pasta observou que o auxílio foi criado para ajudar trabalhadores informais num momento em que eles estavam impedidos de trabalhar. O que não é o caso neste momento, em que é baixo o índice de isolamento social e são limitadas as medidas que restringem a circulação de pessoas.



Fonte: Gazeta do Povo
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