Professora denuncia envenenamento de cadela em São Félix e pede justiça após morte de Lupita

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Viviane relatou, emocionada, a dor da perda e a revolta diante do que classificou como um ato cruel e criminoso

Um caso de envenenamento de animal doméstico causou comoção na cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano. A professora Viviane Lomba, moradora da Rua Dannemann, denunciou publicamente a morte de sua cadelinha Lupita, vítima de uma toxina supostamente lançada dentro do quintal de sua residência.

Em vídeo divulgado nas redes sociais (assista abaixo), Viviane relatou, emocionada, a dor da perda e a revolta diante do que classificou como um ato cruel e criminoso. Segundo ela, a substância teria sido jogada propositalmente no local onde a cachorrinha vivia. Lupita não resistiu aos efeitos do veneno.

“É uma dor imensa. Ela era parte da família. Não era apenas um animal, era um ser que sentia amor, medo, alegria”, desabafou a professora, visivelmente abalada.

O caso reacende o debate sobre maus-tratos contra animais e a necessidade de punição rigorosa para esse tipo de crime. No Brasil, a prática é enquadrada na Lei 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais, que prevê sanções para quem pratica abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais. O envenenamento é considerado crime, com possibilidade de multa e reclusão.

Além do impacto físico que o envenenamento causa ao animal, muitas vezes levando a sofrimento intenso antes da morte, o episódio também gera profundas consequências emocionais aos tutores. Viviane destacou que a dor da perda é acompanhada de indignação e do sentimento de insegurança.

“Quem faz isso não atinge só o animal, atinge toda uma família. É um ato covarde”, afirmou.

A denúncia serve de alerta para outros tutores de pets sobre a importância de redobrar os cuidados com os animais, monitorar o ambiente onde vivem e denunciar qualquer suspeita às autoridades competentes. Casos de envenenamento devem ser registrados na delegacia, e, sempre que possível, acompanhados de laudo veterinário que comprove a causa da morte.

O episódio também reforça a necessidade de conscientização coletiva sobre o respeito à vida animal. Especialistas e ativistas defendem que a prevenção passa pela educação, fiscalização e aplicação rigorosa da legislação.

Ao final do relato, a professora fez um apelo por justiça — tanto humana quanto divina — e pediu mais empatia da sociedade. “Os animais têm sentimentos, confiam em nós e merecem cuidado e proteção”, declarou. Informações do Diário da Notícia.

Assista:


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