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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

MURITIBA - APLB fez pronunciamento na Câmara de Vereadores



Paulo, Coordenador da APLB | Fotos: Diário da Notícia

Hoje (21) o coordenador da APLB Muritiba, Paulo Sérgio Leal, fez o pronunciamento na Câmara Municipal de Muritiba (CMM) referente à solicitação feita semana passada para esclarecer aos edis as demandas da categoria docente da cidade.

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MURITIBA - Presidente da Câmara nega espaço para APLB se pronunciar

Na apresentação dos itens da pauta apresentados no pronunciamento, inicialmente Paulo tratou sobre o pagamento dos professores referente ao reajuste retroativo de janeiro a outubro de 2013, sancionado pelo projeto de lei municipal 10.035/2013. Segundo o coordenador houve um acordo no dia 19/07/2013 entre a categoria (na gestão da ex-coordenadoria da APLB), o prefeito Roque Luiz Dias dos Santos e a Secretária de Educação Ênia Andrea Costa, onde assinaram um compromisso em pagar o piso que foi de 8% no ano passado e negociar com a diretoria que iria assumir a gestão do sindicato, o pagamento do retroativo. Pois, a data base da categoria é no mês de janeiro.  “Esse descumprimento do pagamento do retroativo gera perda salarial em torno de 78% em 2013. Ate setembro deste ano a perda salarial é de 74,88%; somado ao do ano passado ultrapassa os 150%”, informou.

O coordenador também falou sobre os 32 professores aprovados no último concurso que foram exonerados no início da atual gestão. Paulo Sérgio disse esperar que a justiça seja feita e que toda a categoria está com eles. “O candidato de um concurso, não tem culpa se talvez algum critério estabelecido no edital tem equívoco que pode comprometer a permanência na carreira. Uma pessoa para fazer um concurso se prepara muito, investimos meses e anos na nossa preparação. Pois, a lei exige que um educador tem que ter no mínimo o nível superior, a licenciatura plena. É uma profissão que nos cobra muito, as leis nos cobram muito. Mas, quando vamos reivindicar um salário justo, um salário que a lei também determina que se pague, é muito difícil”, disse.

Existe uma complementação enviada pela União através do Ministério da Educação aos municípios que não tem condições de honrar com o piso nacional dos professores. O Município de Muritiba recebe este complemento e o coordenador da APLB informou alguns números: A complementação de 2012 foi R$166.066,97; em 2013 foi de R$ 314.916,54. Os recursos do FUNDEB em 2014 até a segunda parcela creditada no mês de outubro para o município foi de RS 9.546.743,63. A folha de pagamento para os professores em 2013 foi na ordem de R$ 6.451.801,73. Com contratos, o município pagou com recursos do FUNDEB o valor de R$ 1.120.960,65. Essa justificativa que a categoria quer saber. “O que justifica tantos contratos com o valor desta proporção e deixar pendente o pagamento do retroativo de 2013 e toda aquela dificuldade de receber parte dele no final do ano? São essas justificativas que queremos ouvir do gestor público”. Questiona o coordenador da APLB Muritiba, Paulo Sérgio.  
 
Após o encerramento do pronunciamento do coordenador foi informado pela mesa diretora da casa que o prefeito Roque enviou uma solicitação hoje para utilizar a tribuna livre da CMM afim de esclarecer os questionamentos e as reivindicações dos professores na sessão da semana que vem.

Diário da Notícia
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